Começo a ficar preocupada contigo... na foto anterior, aquele "Basta!" e agora esta foto??!! Andarás tu assim tão agressivo ou a fazer umas campanhas publicitárias??!! Prefiro acreditar na segunda opção... :)
Será que estou a ver parte do ultraconfidencial e desconhecido Remus? humm...
Excelente contextualização conceito e ideia amigo Remus, e o preto e branco assentou que nem uma luva.
Bem haja!
Violento que ele está! :)
Muito bem conseguida esta fotografia. A escolha do P&B remete-nos a algo mais dramático, uma vez que a cores daria um ar mais "soft" da foto. Parabens!
Uma foto, tal como uma frase ou palavra, retirada do contexto, pode ser mal interpretada. Realmente, o P&B, a faca na mão e a rigidez do corpo, aliados ao texto, remetem-nos para uma história de faca e alguidar. :-D
Uma das mais bonitas... apesar do arrepio na espinha, mas isso passa... e neste caso parece-me que de vez!:)
por momentos lembrei-me das ultimas notícias de violência doméstica, este mundo está a ficar louco ... fora este desabafo, a composição é perfeita
quando largas a pentax e pegas na nikon, fazes destas coisas... :) ficas violento :)
o poema e a fotografia estao em sintonia...
andas cá com umas ideias, isto eras tu a imaginar o que te fazia quando fosse a ler o teu ultimo mail :)
fantástica
Muito obrigado pelos vossos comentários.
aa: Ficas sem resposta. Mas durante a nossa vida, passamos por fazes mais agressivas. :-)
Paulo Marcelino: Estás sim senhor. ;-)
Mahon: Thanks!
alex.: Corrigiste a tempo. :-)
Sandra Rocha: :-)
Ouço a trovoada lá fora. Também todo o meu eu corporal explode num turbilhão de sentimentos, alguns inexplicáveis, outros de fácil esclarecimento. Algo não esta bem, sinto-o no sangue. Sinto a falta de algo. A minha visão já não mais é a mesma, entorpecida pelos relâmpagos estonteantes. O corpo não mais é o mesmo, enfraquecido pela peça essencial que lhe faz falta. Sinto como se um comboio tivesse chocado contra a parede que me protegia o coração, e agora a a tua entrada não tem mais impedimentos. A muralha, outrora forte, está novamente caída, e receio pelo pior. Temo que a historia se repita, o guião seja demasiado parecido e o fim estupidamente previsível. O som da trovoada aumenta, o ritmo cardíaco diminui. A chuva junta-se a este aparato de sentimentos, uns inexplicáveis, outros de fácil esclarecimento. Apercebo-me que afinal ainda sou eu mesmo, o mundo mudou, embora eu permaneça na minha esfera existencial, na minha concha de protecção. Sinto-me branco, tal como a luz que emane dos trovões. Trovões poderosos que me enfraquecem. o Mundo já não mais é o mesmo, entro numa sala e reconheço a cara de todos apenas para me aperceber que afinal não conheço ninguém.
Prosa «Prenuncio de morte» de André Machado
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