afinal os anjos existem e revelam-se através dos nossos cinco sentidos. assim nos contas na intensidade da promessa desta imagem
Linda de morrer. Uma pessoa bem pode olhar para uma coisa destas e sentir, nem que por momentos, que não precisa de mais nada na vida. Um arrebatamento.
Lindo poema, tudo perfeito.
Estes momentos são inesquecíveis, maravilhosos e únicos. A presença das aves deu mais dinâmica à imagem.
Bonita. Muito bonita.
E o poema a condizer.
E parece que andamos sintonizados (mas vais ter de esperar...)
Costumo chamar a esta hora:
"A hora das gaivotas"
Uma hora encantada. De brisa suave. De chamamento das aves que parecem seguir o guia dourado, até por fim se juntarem em bandos nas areias da praia ou nos beirais.
Enquanto ao longe, a perder de vista, as cores vão escurecendo... fica a pairar a melancolia numa promessa de um novo dia, um novo amanhecer...
Preciso dizer que gosto? ;-)
Por mais pôr-do -sol que veja sinto sempre um encantamento especial e este não é excepção. O sol que brinca ao esconde esconde, mas que encontraste com especial beleza.
O poema é bom. Mas como isto é um fotoblogue, o que interessa é a foto. Em absoluto esta é a tua zona. Acho que a composição não ajuda porque o motivo é em si o por do sol. Já a foto dos garfos está sublime.
Um pôr-do-sol maravilhoso...fico sempre encantada com momentos como este! as cores aquecem-nos e as gaivotas, sendo apenas pequenos pontos escuros, enriquecem a fotografia. O poema é também muito belo e encaixa mesmo muito bem com a imagem. tens aqui um post repleto de sensibilidade...
1 beijo:)
Já venho, vou ali buscar a minha "chaise longue", uma bebidinha com algum teor alcoólico, uma mantinha para aconchegar os tornozelos e um livrito para pôr ao lado, só para enfeitar e dar um ar culto. Terapeuticamente recomendada, esta fotografia! :)
Muito obrigado pelos vossos comentários.
yz, Richard Geven and Willem: Thanks!
dida: Acho que deu para perceber que sim. :-P
L.Reis: A Lina é culta dos pés às pontas dos cabelos.
Os anjos que prometes são apenas
o rosto triste dos dias desolados.
Eu não prometo nada, sou alegria.
Aceito os anjos nos beijos que me dás,
pondo rosas nos teus dedos descuidados.
Poema «Quase Madrigal» de Eugénio de Andrade
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