Bela fotografia, tirada dos jardins do Palácio de Cristral, ou Pavilhão Rosa Mota, como preferirem.
É um "postal" um pouco "batido" mas não deixa de ser agradável.
O facto de ter muito céu (e que céu...) faz toda a diferença.
Esta imagem tem uma iluminação fantástica !
Como a luz do Outono está bem presente e captou um céu espantoso, nunca pode ser classificada como um vulgar postal ilustrado , mesmo que a perspectiva seja muito utilizada !
Mas, imagens como esta deste local, não conheço nenhuma que lhe chegue aos calcanhares !
Parabéns, REMUS, com o meu abraço.
Se nesse ponto de vista que fotografas-te existe um banco para as pessoas se sentarem e desfrutarem da vista então esse sítio é perfeito :) bom click
Muito lindo mas "Tudo é do outro lado",rs e como o poema só resta imaginar o que há 'parado ante o muro', inacessível...
Uma paisagem melancólica talvez a luz ou o poema de Pessoa.
Vejo alguns comentários 'técnicos' lendo a foto em termos racionais ,como leiga preocupo-me em contemplar 'o que não vejo' e_provoca-me a imaginação!
Belo momento Remus.
deixo abraços
Tantas vezes contemplamos para além do que a vista alcança...
Este é um dos arcos que mais me encanta no Porto (ou deverei dizer V.N. de Gaia?). Já deve ter dado por isso ;-)
Mas cada dia, cada hora, cada olhar é um "postal" diferente.
E eu, gosto do seu olhar neste dia de névoa.
F. Pessoa cai aqui que nem uma luva.
Parabéns
Quando contemplo um olhar assim, duma terra onde fui muito feliz, bate uma enorme saudade...e sempre penso: um dia voltarei! Enquanto isso não acontece fico-me por aqui olhando...
Bom fim de semana Remus
Curiosamente tenho uma fotografia semelhante (em termos de paisagem) adoro este local LINDO!
sempre que posso fugo para esta Cidade!
Wow! Que paisagem maravilhosa...fiquei completamente rendida! E a nitidez é incrível. Adorei o que aqui contemplo;)
1 beijo
Uma bela vista... e com cores fantásticas.
Uma vista clássica do Palácio de Cristal, mas sempre bela.
Gostei.
Estou muito agradecido pelos vossos comentários.
Willem: Thank you.
Fábio Martins: Sei que existem uns bancos num nível mais a baixo, mas por acaso neste sitio não lembro-me se existem uns bancos. :-)
Contemplo o que não vejo.
É tarde, é quase escuro.
E quanto em mim desejo
Está parado ante o muro.
Por cima o céu é grande;
Sinto árvores além;
Embora o vento abrande,
Há folhas em vaivém.
Tudo é do outro lado,
No que há e no que penso.
Nem há ramo agitado
Que o céu não seja imenso.
Confunde-se o que existe
Com o que durmo e sou.
Não sinto, não sou triste.
Mas triste é o que estou.
Poema «Contemplo o que não Vejo» de Fernando Pessoa
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