A imagem é-me muito familiar !
No antigo court de tennis.
Confesso que não conhecia, pelo menos conscientemente, Alvaro Machado.
Este JARDIM ESPIRITUAL é de uma poesia imensa.
Como vai bem neste local, às vezes, assim vazio !
Um abraço.
Uma imagem, se posso dizer, sublime... O p&b e a tomada da imagem "sentaram como uma luva" para essa captura. Mostras que estas afiado...
Que ângulo fantástico você conseguiu!
Não basta olhar, tem que ver... e você viu muito bem.
O inverno tem destas coisas, troncos sem folhas, períodos soalheiros, melancolia.
E se há locais especiais para apreciar o inverno. este parece ser um deles.
Depois de ver e admirar esta foto, está fabulosa, que bom seria desanuviar um bocado aí sentado. Calmo.
Um abraço
Reconheço esse sítio já de uma foto tua publicada cá. E a cores :-)
Essa imagem adequa-se à situação de Portugal, No Money No coffe and no funny!
Muito bem apanhado Remus, aquelas sombras quase fantasmagóricas saíram realçadas com o preto e branco.
Observemos sem o quebrar perdidos no espaço que vai nú.
Caíram naturalmente as vestes e sem pudor olhas tu, olhamos nós e admiramos o que resta nesta época de arrepios de pele.
BFDS preciso dizer que gostei? :-)
Gosto deste rendilhado que se espraia nas colunas, do ambiente nu, mas ao mesmo tempo cheio de vida.
Uma foto linda Remus!
Está tão linda! O jogo de luz e de sombras está fantástico, o silêncio é ensurdecedor...as palavras, uma intromissão boa a aconchegar todo essa ausência do ruído de passos e outros...lindo, Remus:)
1 bejinho
Com a esplanada vazia, barulho só se for dos pássaros. Infelizmente, silêncio e sossego é coisa que cada vez mais vai rareando, principalmente nas cidades.
Abraço.
Saudações!
um cenário mto interessante... gosto da verticalidade, do grafismo criado pelas sombras... o vazio... o silêncio... ouve-se...
Estou muito agradecido pelos vossos comentários.
Yz and Willem: Thank you.
Questiuncas: Não é disparate nenhum, a fotografia foi mesmo tirada em Serralves.
Fábio Martins: Tens a certeza que a tal fotografia é minha? É que não lembro-me dela...
Rue Du Lavoir: Merci.
Não vejo pessoas, não presencio árvores, nem vento,
Apenas saúdo a noção da esplanada vazia e a distância
Das realmente pequenas e inúteis pessoas dentro do café.
E os passos com que percorro o espírito do jardim
Também não se ouvem, nem os gritos do coração revoltado!
Apenas exalto e extasio as coisas dentro de mim.
(Imagino que me oiças, imagino que me vejas deitado
Sobre o banco a pensar nisto; pensa também no que fui,
No que sou e no que poderei não vir a ser...)
Excerto do poema «Jardim espiritual» de Álvaro Machado
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