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    <title>Pontos de Vistas</title>
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      <title>Pontos de Vistas</title>
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        <title>Esperança, amor e saudade [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;br /&gt;Quando se brinca contente Ao despontar da existência Nos folguedos de inocência, Nos delírios de criança; A alma, que desabrocha Alegre, cândida e pura — Nesta contínua ventura E&#039; toda um hino: — esperança! Depois... na quadra ditosa, Nos dias da juventude, Quando o peito é um alaúde, E que a fronte tem calor: A alma que então se expande Ardente, fogosa e bela — Idolatrando a donzela Soletra em trovas: — amor! Mas quando a crença se esgota Na taça dos desenganos, E o lento correr dos anos Envenena a mocidade; Então a alma cansada Dos belos sonhos despida, Chorando a passada vida — Só tem um canto: — saudade! Poema «Três Cantos» de Casimiro de Abreu, in &quot;As Primaveras&quot;. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-08-09 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-08-09]
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        <pubDate>Sun, 17 May 2026 18:24 +0000</pubDate>
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        <title>Mete no porquinho [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20191026154018_aacr1029_22.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;É certo que nos dias de hoje, existem mealheiros com as mais diversas formas e feitios. Mas acho que quando pensamos num mealheiro, instintivamente pensamos num com aspecto de um porquinho, por terem sido esses que existiam na nossa infância. A verdadeira história da origem do porco mealheiro, ninguém a pode dar com certeza absoluta. Existem muitas teorias, mas a mais aceite é que no norte do Reino Unido, na Escócia, as pessoas mais pobres possuíam utensílios de cozinha fabricados com argila, e «pig» era um termo genérico utilizado para se referir a esses objectos. Os escoceses chamavam aos primeiros mealheiros de «pirly pigs», sendo que neste contexto, «pirly» é um verbo com o sentido de «meter/inserir». Ou seja, a ideia seria mencionar uma peça de argila feita para inserir moedas. Com o passar do tempo, os artesãos começaram a moldar os mealheiros de barro em forma de porco por causa do trocadilho com o nome. #Flinpo #Poupança &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-10-28 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-10-28]
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        <pubDate>Sun, 17 May 2026 09:12 +0000</pubDate>
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        <title>Aplicar e soprar</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260509145821_aaad0218.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Há milhares de anos, povos antigos já pintavam as unhas com misturas de óleos, pigmentos e plantas. No fundo, o verniz foi uma das primeiras provas de que a humanidade consegue transformar qualquer parte do corpo numa oportunidade artística. No antigo Egito, unhas coloridas eram sinal de estatuto. Quanto mais intensa a cor, mais importante a pessoa seria. Séculos depois, a ideia evoluiu até aos frascos modernos, cheios de nomes dramáticos como «Paixão Rubi», «Vermelho Fatal» ou «Pôr do Sol no Mar». Curiosamente, ninguém compra um verniz chamado «Terça-feira de Trabalho». E há algo fascinante no ritual: pessoas capazes de esperar impacientemente dois minutos por um micro-ondas, aceitam calmamente e com prazer, ficar imóveis dez minutos a soprar para as unhas como monges em meditação. ;-)
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        <pubDate>Sat, 16 May 2026 23:59 +0000</pubDate>
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        <title>Tudo é sonhar [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;br /&gt;Dizem? Esquecem. Não dizem? Disseram. Fazem? Fatal. Não fazem? Igual. Por quê Esperar? Tudo é Sonhar. Poema «Dizem?» de Fernando Pessoa, in &quot;Cancioneiro&quot;. Fotografia tirada pela máquina analógica Praktica MTL 5 e com um rolo AGFA Optima II Prestige - 100, expirado em Dezembro de 2003 (11 anos e 6 meses antes da fotografia ter sido tirada). Abertura: f 2.8 Distância focal: 28mm Velocidade do obturador: 1/60 seg. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-08-08 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-08-08]
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        <pubDate>Sat, 16 May 2026 14:47 +0000</pubDate>
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        <title>Indistinta rua [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20191019154617_aaa10411.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Vou com um passo como de ir parar        Pela rua vazia Nem sinto como um mal ou mal-estar        A vaga chuva fria... Vou pela noite da indistinta rua        Alheio a andar e a ser E a chuva leve em minha face nua        Orvalha de esquecer... Sim, tudo esqueço. Pela noite sou        Noite também E vagaroso eu  [...] vou,        Fantasma de magia. No vácuo que se forma de eu ser eu        E da noite ser triste Meu ser existe sem que seja meu        E anónimo persiste... Qual é o instinto que fica esquecido        Entre o passeio e a rua? Vou sob a chuva, amargo e diluído        E tenho a face nua. Poema «Vou com um passo como de ir parar» de Fernando Pessoa, in &quot;Poesias Inéditas (1919-1930)&quot;. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-10-27 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-10-27]
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        <pubDate>Sat, 16 May 2026 05:34 +0000</pubDate>
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        <title>Elevador de água</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260509145725_aacx2380.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Nas barragens, as eclusas funcionam como elevadores de água ou compartimentos de segurança que permitem às embarcações vencer o desnível de altura entre o rio a jusante (nível mais baixo) e a albufeira a montante (nível mais alto). Nesta fotografia podemos ver a parede húmida da barragem e uma régua métrica marcada pelo tempo, pela água e pela rotina de quem controla o nível necessário para a passagem dos barcos. A água entra devagar, o nível sobe, e os barcos elevam-se quase com dignidade de elevador panorâmico. Depois, tudo desce novamente, num processo tão calmo e preciso que até parece estranho lembrar que estamos a lidar com toneladas de água e não com uma banheira muito organizada. Peso da Régua
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        <pubDate>Fri, 15 May 2026 20:21 +0000</pubDate>
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        <title>Rodelas [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3614</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190802194331_aaag0424.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Caso não saibam, podem ficar a saber que entre outras propriedades: A fibra presente no pepino ajuda a digestão e ainda combate, se ingerido diariamente, a obstipação crónica. O sumo do pepino contém uma propriedade de que as células do pâncreas precisam para a produção de insulina; Os esteróis ajudam a reduzir o colesterol e os elevados níveis de fibra, potássio e magnésio contribuem para o equilíbrio da tensão arterial. O pepino reduz os níveis de ácido úrico. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-08-06 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-08-06]
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        <pubDate>Fri, 15 May 2026 11:09 +0000</pubDate>
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        <title>Sou uma gota no teu oceano [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3683</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20191019154611_103_0413.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Sou uma gota de água no teu oceano A flor silvestre do teu jardim A chuva que cai lentamente Sobre os vasos do varandim, Sou a gota de água que desejas Saberás que nunca te engano Mas preciso dizer que te amo Preciso de alimentar a minha alma Imaginando-me a pétala, que tu beijas Não preciso de um grande oceano Apenas de uma gota Uma gota do teu carinho Por muito pequeno que ele seja Tornar-se-á tão profundo, Quando tu és o meu intenso mar Eu, o teu pequeno oceano Ainda que a água se evapore Este, é o meu sentimento e forma de amar. Poema «Sou Uma Gota De Água No Teu Oceano» de Larissa Santos. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-10-26 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-10-26]
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        <pubDate>Fri, 15 May 2026 01:56 +0000</pubDate>
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        <title>Verde prado em dura serra</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=5654</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260509145629_aab80132.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Tomava Daliana por vingança Da culpa do pastor que tanto amava, Casar com Gil vaqueiro; e em si vingava O erro alheio e pérfida esquivança. A discrição segura, a confiança Das rosas que o seu rosto debuxava,  O descontentamento lhas mudava,  Que tudo muda uma áspera mudança. Gentil planta disposta em seca terra, Lindo fruto de dura mão colhido, Lembranças de outro amor e fé perjura, Tornaram verde prado em dura serra; Interesse enganoso, amor fingido, Fizeram desditosa a formosura. Soneto «Tudo Muda uma Áspera Mudança» de Luís Vaz de Camões, in &quot;Sonetos&quot;. Arcos de Valdevez
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        <pubDate>Thu, 14 May 2026 16:44 +0000</pubDate>
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        <title>(Des)Protegida [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3613</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190802194242_aacf0226.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;O Parque Natural da Arrábida (PNArr), ocupa uma superfície de aproximadamente 17 mil ha, dos quais mais de 5 mil são de superfície marinha, abrangendo território pertencente aos concelhos de Palmela, Sesimbra e Setúbal. Foi criado em 1976, com o intuito de proteger a vegetação maquis de tipo mediterrânico nascida deste microclima com semelhanças com regiões adriáticas, como a Dalmácia. Mas existe um enorme problema: Existem nove pedreiras activas na serra da Arrábida. As pedreiras estendem-se por uma área superior a 300 campos de futebol (323 hectares) dentro da área protegida. Quando o PNArr foi criado, ocupavam apenas metade deste espaço. Em 2005, é interdito novas explorações e proíbe a ampliação das existentes, mas dois anos depois, o Governo de José Sócrates, aprova um decreto-lei que permite a perfuração da serra - as pedreiras podem expandir-se em profundidade mas não em área -, e por tempo ilimitado. E para cúmulo dos cúmulos, a Secil até possui uma cimenteira mesmo no Parque Natural, de onde retira até 10 mil toneladas de pedra por dia para fabricar cimento. Na fotografia podemos ver a cimenteira lá ao fundo. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-08-05 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-08-05]
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        <pubDate>Thu, 14 May 2026 07:31 +0000</pubDate>
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        <title>Foste árvore [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3682</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20191019154527_aaax0089.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Timbaúva, foste árvore, Foste casa, foste chão. Hoje é cinza, é saudade, Tapera em meu coração. Em teus galhos, muitas vezes, Me abriguei de vento norte. Tempo xucro, chuva forte E também de cerração. Abriguei-me até da morte Em arruaça de galpão Timbaúva, foste árvore, Foste casa, foste chão. Hoje é cinza, é saudade, Tapera em meu coração. O teu tronco forte e rijo Se elevava nas coxilhas. Enxergavam pelas trilhas Comprida como um sovéu. Te erguias até o alto Como se tocasse o céu. Timbaúva, foste árvore, Foste casa, foste chão. Hoje é cinza, é saudade, Tapera em meu coração. Foste mais do que um pulmão Para toda a humanidade. Mas o homem por maldade, Te curvou de sol e chuva. O machado e o fogo Te levaram, timbaúva. Foi timbaúva, Veja o tempo que passou. Os anos foram troteando, Minha hora também chegou. Letra da canção «Timbaúva» composta por Luiz Carlos Borges e Luiz Antero Peixoto. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-10-25 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-10-25]
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        <pubDate>Wed, 13 May 2026 22:19 +0000</pubDate>
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        <title>Ir à festa</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=5653</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260509145534_aaa30066.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;«Para ir à festa não há perna manca.» Provérbio popular. Quando queremos mesmo fazer alguma coisa, arranjamos força, tempo e se necessário, até milagres ortopédicos para a conseguir. O provérbio não sugere que as dores (sejam elas físicas ou psicológicas) não existam. O que ele critica, com humor, é a tendência humana para encontrar desculpas quando algo não nos entusiasma e encontrar soluções instantâneas quando nos convém. Para trabalhar, a perna pode doer e mancar. Mas para dançar até às duas da manhã? Cura imediata. Quase um milagre. No fundo, a expressão insinua que a motivação pesa muito mais do que as dificuldades. Quando existe vontade verdadeira, o corpo coopera e a preguiça evapora. @ Festas do Povo de Campo Maior de 2011. Campo Maior
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        <pubDate>Wed, 13 May 2026 13:06 +0000</pubDate>
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        <title>Sesta em 69 [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190727153438_aaay0474.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;O texugo-europeu (Meles meles) é um carnívoro de médio porte, pertencente à família Mustelidae. O corpo mede entre 67 e 80 cm de comprimento e a cauda entre 11 e 19 cm. Na Península Ibérica os texugos não ultrapassam os 10 kg, mas nos restantes países europeus, mais a norte, os machos pesam em média 12 Kg (há registos de texugos com 18 kg) e as fêmeas 11 kg. Em Portugal está presente em todo o território continental, sendo uma espécie relativamente abundante. Mas é uma espécie que habita toda a Euroásia temperada, exceptuando o norte da Escandinávia e da Rússia. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-08-04 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-08-04]
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        <pubDate>Wed, 13 May 2026 03:54 +0000</pubDate>
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        <title>Café para empurrar [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;br /&gt;Se na fotografia anterior eu ofereci bolinhos, por ocasião do décimo quinto aniversário do Pontos de Vistas, agora posso oferecer um café para ajudar a empurrar os bolinhos. Mas já sei que vai existir quem não quer café. Tenho pena! É café que tenho para oferecer e quem oferece o que tem, a mais não é obrigado. Quem quiser café deverá tirar uma senha e aguardar. Atenderei logo que possível. :-D Café e bolos... Este ano não podem dizer que não estão a ser bem tratados. :-D &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-10-24 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-10-24]
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        <pubDate>Tue, 12 May 2026 18:41 +0000</pubDate>
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        <title>Drama das profundidades</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260509145436_aabq2064.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;A maçã está em primeiro plano, impecável, nítida, quase vaidosa. Posou para a fotografia como quem sabe que nasceu fotogénica. A folha, lá atrás, desfocada, parece aquela amiga que chegou tarde à sessão fotográfica e ainda pergunta: «Mas já começaram?» Este é o drama das profundidades: Na vida, e na fotografia, nem todos conseguem estar em foco ao mesmo tempo. A profundidade de campo tem esse poder quase filosófico: escolher o que merece atenção e condenar o resto ao anonimato artístico. Mas por outro lado, enquanto a maçã enfrenta a pressão da nitidez («Será que estou verde demais?», «O meu lado bom é este?») a folha vive livre das críticas. É que de uma maneira geral, ninguém comenta o que não consegue ver direito. ;-)
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        <pubDate>Tue, 12 May 2026 09:29 +0000</pubDate>
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        <title>Racha e linha [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190727153332_m_a300023.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Esse estrago continua, linda essa lua despida, sua ida é sem volta, revolta? Tristeza? Melancolia. Racha na minha cabeça o sol que o dia quente no Rio de Janeiro mantém mesmo a meu contragosto, não gosto mas não fujo, o frio dos países nórdicos me atrai, a escuridão durante o dia me convida e sem volta ou ida, eu vou! Parágrafo embaralhado com reis valetes e damas, o coringa é o que mais vale. Vai entender? Pois eu não entendo! Astrofísica, astronauta, os astros, e continuo a caminhar, a caminhar, e caminho sem deixar um rastro. Excerto do poema «Melancolia» de Carlos Cardoso. Fotografia tirada pela máquina analógica Praktica MTL 5 e com um rolo AGFA Optima II Prestige, expirado em Dezembro de 2003 (10 anos e 6 meses antes da fotografia ter sido tirada). ISO: 100. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-08-02 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-08-02]
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        <pubDate>Tue, 12 May 2026 00:16 +0000</pubDate>
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        <title>Angelical [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;br /&gt;É assim! É assim que agora eu vou ser até ao Natal: Super angelical! As asas, já mandei vir umas em segunda mão da Victoria&#039;s Secret, o resto terei de usar o que tiver à mão. Qual o meu objectivo? Cair nas boas graças da balança e do pai Natal e não ser convidado para fazer de vaca ou de burro num presépio. A ser convidado, então que seja para fazer de anjinho. :-P &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-12-15 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-12-15]
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        <pubDate>Mon, 11 May 2026 15:04 +0000</pubDate>
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        <title>Não é silêncio</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260502155856_aaay0079.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;O círculo insiste em não ter começo, um eterno retorno sem memória, como se escondesse no seu centro um segredo que nunca se abre.  O quadrado, esse, organiza o mundo: quatro lados, quatro certezas, um esforço quase humano de domesticar o infinito. Mas há sempre uma falha.  Um triângulo inclina-se, aponta, corta o espaço, dá direção, causa ferida, mas mostra o caminho. E então surge a linha frágil, tensa, quase nada mas é ela que separa e une, que rasga o plano e cria passagem. Entre ângulos e curvas nasce qualquer coisa indomável: a imaginação dobra vértices, desfaz medidas, escapa à régua. Porque nenhuma forma contém o todo. Há sempre um excesso, uma sobra invisível que escorre pelas margens do desenho. As formas não são silêncio, são decisões contidas. E é aí, no erro da geometria, que o futuro começa a ganhar forma. Versaria de Remus, o trovador. Porto
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        <pubDate>Mon, 11 May 2026 05:51 +0000</pubDate>
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        <title>Paramotor [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190727153251_aabt1277.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;O paramotor também conhecido como Parafly é considerado uma adaptação do parapente. Como é um desporto que utiliza o espaço aéreo, para pilotar um paramotor em Portugal, é necessário obter a Licença Nacional de Piloto de Parapente. É uma licença desportiva nacional emitida pela Federação Portuguesa de Voo Livre (FPVL) e válida em território Português. Esta licença é obrigatória para praticar as modalidades de voo livre, constituindo a prova de que o seu titular se encontra habilitado de acordo com os 5 níveis/etapas de evolução de um aluno/piloto de voo livre. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-08-01 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-08-01]
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        <pubDate>Sun, 10 May 2026 20:38 +0000</pubDate>
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        <title>Somos a grande ilha do silêncio [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20191019154215_100_8912.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Somos a grande ilha do silêncio de deus Chovam as estações soprem os ventos jamais hão-de passar das margens Caia mesmo uma bota cardada no grande reduto de deus e não conseguirá desvanecer a primitiva pegada É esta a grande humildade a pequena e pobre grandeza do homem Poema «Grandeza do Homem» de Ruy Belo, in &quot;Aquele Grande Rio Eufrates&quot;. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-10-22 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-10-22]
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        <pubDate>Sun, 10 May 2026 11:26 +0000</pubDate>
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