O ser humano vive entre dois extremos: não é anjo, porque tem paixões, fraquezas e instintos, nem é simplesmente animal, porque possui razão e consciência.
A infelicidade surge quando tenta negar essa condição e comportar-se como um ser perfeito. Ao querer «fazer de anjo», acaba por perder o equilíbrio e «fazer de besta».
Temos que aceitar a nossa natureza contraditória: somos humanos, e é precisamente essa imperfeição que devemos aprender a reconhecer.