A Terra é constantemente insultada e oferece as flores como resposta.
Fotografia N.º: 5451
Câmera: Nikon D90
Abertura: f 6.3
Distância focal: 105 mm (35mm equiv.: 158 mm)
Velocidade do obturador: 1/80 sec
Flash: Não Disparado No flash
Um pouco sinistro... 😦
Ao fundo consegue ver-se uma assaltante de casas a tentar entrar em mais uma.
Beautiful verse you write to accommodate this eye-catching wrought iron!
This wrought iron detail view beautifully photographed, black and white fits perfectly here.
Gostei de ver a fechadura em primeiro plano, assim posso escapulir-me, caso fique presa nesta teia de ferro. :P
Belíssima fotografia, soberbamente legendada pelo teu magnífico poema.
Parabéns pelo post.
Beijinho e óptima noite, Remus. 😘
"(...) e sombra" não rima. Falhou aqui, aliás, as rimas não existem!!! Entontece-nos com palavras e mistérios sussurrados e esquiva-se à rima e lógica. Já os arabescos e a justaposição de planos ficaram muito bem. :)
I like your spot on perspective in this shot and I think your poem accompanies it well
Mercado do Bolhão.
Mercado do Bolhão.
Antes das obras.
Tenho imensas fotografias do mercado antes das obras.
Após obras tenho poucas, é complicado fotografar no mercado sem que aparecem 500 turistas à minha frente.
Grato pelas visitas e pelas palavras. São estes momentos de interacção que tornam este espaço especial para mim.
Roadrunner: Estou a descobrir que percebe de assaltantes. Já os consegue distinguir no meio da multidão. :-P
Steven, Willem and Harry: Thank you very much.
Ana Lúcia: Nem todos os poemas precisam de rimar... Digo eu, que não percebo nada do assunto. :-D E rimar dá muito mais trabalho. :-D
Questiuncas: Verdade, verdadeira. É isso mesmo. ;-) E mesmo a ter «imensas fotografias do mercado antes das obras», não publica nenhuma... já fugiu novamente. :-(