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A felicidade nunca sai de moda.

Eterna no xisto Anterior Seguinte

Eterna no xisto

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  Urbanismos Urbanism    Nikon D90  

Na curva estreita, a calma se revela,
De xisto feitas, casas resistem ao lamento,
Janelas azuis emolduram a tela,
E o vento murmura o seu doce alento.

Entre as encostas, o verde se insinua,
Guardando a aldeia num abraço sereno,
Uma motoreta repousa sob a rua nua,
Como um viajante num sono pleno.

A vida aqui pulsa em cadência lenta,
O silêncio canta histórias passadas,
De mãos calejadas e lida atenta.

Na aldeia perdida entre montes e vales,
Há belezas que nunca deverão ser apagadas:
Eterna no xisto e protegida de todos os males.

Versaria (em forma de soneto) de Remus, o trovador.

  Informação técnica

Fotografia N.º: 5253

Publicado em: 2025-02-02

Grupo: Urbanismos #Urbanism

 Câmera: Nikon D90

 Abertura: f 5.6

 Distância focal: 80 mm (35mm equiv.: 120 mm)

 Velocidade do obturador: 1/100 sec

 Flash: Não Disparado No flash

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Estive a carregar baterias e sem tempo para fazer a escolha desta semana.
;-)

  Comentários

Existem 11 pontos de vista. Quem será o próximo?
01
J
Janita
em 2025-02-02 15:50

Como a Janita não tem 'queda'
Para construir belas Trovas.
E também não gosta de mentir
Traz um soneto feito por alguém
Que sabe de tudo um pouco
Mas como o consegue... não sei!

Aldeias de Xisto

Esquecidas no tempo e na lonjura,
erguem-se agora em novo esplendor,
nas serras onde a paz é a moldura,
renasce a história com todo o vigor.

Casas de pedra, memórias guardadas,
nos trilhos que o vento já quis apagar,
voltam à vida, de luz adornadas,
abraçam turistas que vêm admirar.

Ecoam sorrisos onde houve saudade,
o xisto rebrilha ao sol do verão,
do abandono fez-se nova verdade.

E as mãos que cuidam, com alma e paixão,
tecem futuro, resgatam a idade,
das velhas aldeias, um novo coração.

:)

02
E
Elisa Fardilha
em 2025-02-02 17:41

Magnífico "retalho" de uma aldeia de xisto!
Ouve-se o som do silêncio!
Os candeeiros, o azul nas janelas, o verde do arvoredo, juntaram-se para alegrar a austera e bela aldeia, tendo a ajuda da motoreta que lhe deu vida!
O Remus, fascinado, "cantou-lhe" brilhante
poema, originando um post de luxo!
Parabéns, Remus.
10**********.
Beijinho. 😘

03
W
Willem
em 2025-02-02 18:17

A nice photo of this street with a good composition with the motorbike in the foreground.

04
M
Manu
em 2025-02-02 22:20

Não sei fazer trovas, mas gostei de ler o que escreveu o "Remus trovador"
Uma foto bonita de uma aldeia que gostei de contemplar e que um dia visitei.
Uma maravilha de Portugal!

05
S
Steven
em 2025-02-03 01:55

A splendid PoV where these residences exude a cozy feeling with their proximity to each other! The blue windows really stand out nicely against the shale façades! And kudos to the notable poet.

06
M
Mvdfotokraam
em 2025-02-03 07:56

This street with its repetitive blue color is so beautiful

07
H
Harry
em 2025-02-04 02:59

a fine parking space that does not impede traffic

08
L
Lis
em 2025-02-04 21:48

Gostei muito do poema _ está craque nisso! como e não bastasse ser só bom na fotografia agora virou um poeta trovador! Bravo, amigo. E a foto é uma moldura.
meu abraço, menino

09
Q
Questiuncas
em 2025-02-06 13:20

Já ali estive algumas vezes, mas nunca me deu para versejar.
Muito bem sr. trovador, quer a fotografia quer os versos.

10
R
Roadrunner
em 2025-02-09 12:37

E mudamos de contexto, para o azul...(comento da frente para trás 🙂).
Um local bem propício à trova e à fotografia.

11
R
Remus
em 2025-03-03 20:53

Uma coisa é certa, os vossos comentários e visitas sobem sempre o meu ânimo. Obrigado!

Willem, Steven, Mvdfotokraam and Harry: Thanks.