Pontos deVistas

O fim-de-semana é tão curto que até começa com a palavra fim.

Substância do tempo Anterior Seguinte

Substância do tempo

       Anterior Seguinte       

  Preto e Branco Black & White    Nikon D90  

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo

Poema «25 de Abril» de Sophia de Mello Breyner Andresen, in «O Nome das Coisas».

  Informação técnica

Fotografia N.º: 4317

Publicado em: 2021-12-11

Grupo: Preto e Branco #Black&White

 Câmera: Nikon D90

 Abertura: f 6.3

 Distância focal: 105 mm (35mm equiv.: 158 mm)

 Velocidade do obturador: 1/1000 sec

 Flash: Não Disparado No flash

  Mais fotografias

Que doentia grade Só pode fazer bem Criança coincide com a infância Friamente Solidariedade & partilha Fake news Fecha-se a pálpebra do dia Ela aqui tão perto Praia Vasco da Gama Linhalogia Halo Ternura rápida Não há outro caminho Quadro de distribuição Ouvidos bem atentos Palco de cercos Três tempos Geometria abre a linha Hoje deserta e fria Manhã docemente viva

  Escolha da semana

Arco-Íris Reloaded: Imperdoável é não florir
Arco-Íris Reloaded: Imperdoável é não florir

  Comentários

Existem 9 pontos de vista. Quem será o próximo?
01
A
Ana Lúcia
em 2021-12-11 10:58

Gostava de ter destes pensamentos, de me sentir assim...
O pb foi uma boa decisão.

02
M
Manu
em 2021-12-11 16:33

Que maravilha, encontrar um poema da Sophia inscrito na pedra.
Gostei da mensagem e da foto.

03
J
Janita
em 2021-12-11 16:46

Madrugada esperada que há muito perdeu o norte.
Dia inicial inteiro e limpo, que ficou sujo, tão sujo
que dele apenas ficou o silêncio, perdido na
substância da intenção...
essa sim, esquecida no espaço, no tempo
e na sua verdadeira razão...

04
W
Willem
em 2021-12-11 17:37

Beautiful... poem and photo.

05
M
Michael Rawluk
em 2021-12-11 20:55

That looks so nice.

06
R
Roadrunner
em 2021-12-12 19:17

Até que apareceram - se é que alguma vez estiveram desaparecidos - Espíritos Santos, Sócrates, Varetas, Rendeiros & afins... e a madrugada desvaneceu-se na insubstância do tempo. Foi rápida e curta, a madrugada. Depressa regressámos às trevas...

07
L
L Reis
em 2021-12-12 20:30

As palavras da Sophia de Mello Breyner bem merecem a eternidade da pedra.
O conjunto de blocos com as suas arestas de sombra e luz foram valorizados pelo processamento e diminuiu o "barulho" da cidade por detrás.

08
L
Lis
em 2021-12-15 20:27

Bonito o tema, as pedras, o poeminha.
Gosto das pedras, particularmente. Muito limpas _ estão onde?
será que é a chuva que lava e as deixa assim?

09
R
Remus
em 2022-02-04 18:36

Muito obrigado pelas vossas visitas e comentários. Ambos são sempre muito importantes.

Willem and Michael Rawluk: I appreciate your comments.
Lis: Acredito que seja esse o caso. Mas também esta peça escultórica é relativamente recente.